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Europa Imperial




Muitos dos impérios da Europa nascem da fragmentação do império romano e pelo contato com outros povos. Alguns desses movimentos são resultado dos avanços germânicos, e outros da queda do império bizantino. Alguns nascem precoces como o Reino Português (1.283 dc), outros tardios como a Itália e Alemanha (1858-1871). Mas todos tem uma coisa fundamental em comum, eles tem nas guerras de reconquista uma forte confluência, onde todos os Estados imperiais nascem no domínio religioso sob o território e suas consequências comerciais.


As dinastias imperiais da Europa no século XIX, com poucas exceções, são de um grupo seleto de familiares, descendentes dos Burgueses comerciantes dos séculos anteriores, atores de um cenário ditado pela exploração dos povos escravizados e da degradação de sociedades colonizadas, um processo cruel para difundir a fé, e principalmente comercializar os frutos da terra com outros povos. Nos últimos anos do século XIX, os europeus ainda esperavam dividir o mundo, movimento que ficou evidente na Conferência de Berlim, 1884-1885.


Esses movimentos levaram as dinastias imperiais a enfrentarem movimentos políticos que motivaram o período da PAX ARMADA, que levaria a primeira Guerra Mundial. Onde vimos os três netos da Rainha Victória, dividirem, não somente a Europa, mas todo o Mundo. Cenário que fragmentou os impérios Russo e Otomano, mudando o século XX de maneira drástica. Outras dinastias também sucumbiram, os Habsburgos e Bragança, como exemplo. As grandes monarquias europeias, ficaram aquelas que de alguma forma sobreviveram aos movimentos políticos de dominações comerciais.


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